quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Maldito Haloscan

O Haloscan vai passar a ser pago: 12 dólares  ao ano.

Lamento, não estou disposta a pagar. E quem não pagar será convidado a se retirar e ponto!
Voltar a usar o sistema de comentários padrão do blogger me deu um apeeerto no coração - e também muita canseira e um pouco de conhecimento em html.
Ao menos fiz o back up de todos os comentários que estavam no haloscan, quem sabe um dia eu consigo importá-los para o blogger. Mas gente, sinceramente, "perdi" quase 400 comentários que estavam hospedados no Halo, ao menos me restaram os 214 comentários que estão hospedados no blogger.
Ah, o blog fez dois aninhos dia  26 de janeiro.
Eu, uma blogueira QUASE falida, mal tenho tomado conta do meu bichinho.

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Uma coisa que ficou pendente no último post é que quero dizer que realmente me senti feliz com os "cuidados" e toques de vocês! Se eu pudesse resumir numa frase o que todas disseram, seria: - Menina, eu quero te ver feliz, mas vá com calma.

=D Então pessoal, o que eu não coloquei no post é que eu não acreditei em tudo o que o moço falou. Ou melhor: eu acreditei em pouquíssima coisa. hahaha

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Pra 2010 - atrasaaada - eu não fiz promessas por que, simplesmente, eu e a maioria das pessoas nunca cumpro; resolvi portanto traçar metas.
Último ano da faculdade, ano da monografia, ano do ENADE; e pensar que os amigos que estão comigo desde o comecinho souberam como foi o meu terrível primeiro dia na facul. Pra quem não leu, está aqui.
O ano pra muita gente começa depois do carnaval, o meu ano começa quando começam as aulas.
Meu ano em fim começa nesta segunda.

Post meio sem fundamento, mas no  próximo pretendo começar minha "auto-terapia" aqui no blog, quero conseguir me abrir mais, falar mais de mim... em fim.

Beijos

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

A semelhança das diferenças

Faltando quatro horas para o final deste ano miserável, estou eu aqui postando, vim postar não sobre o ano - que foi uma bosta - mas sobre umas coisas que, na falta do que fazer, andei pensando.

Depois de ter ouvido uma possível declaração de amor (vide trecho da conversa):

Eu: Menino, eu vejo tu jogando esse papo pra cima de tudo quanto é menina e chamando um bando de mulheres de sogra pela rua.
Ele: Mas com você é diferente.
Eu: Diferente... Como?
Ele: Com elas é brincadeira, mas com você é diferente, pois tudo o que eu falo pra você é sério.

Então, eu estava imaginando que "TODAS" as mulheres - eu inclusive, obviamente - já disseram para si mesmas: Eu sou diferente das outras.
O que poucas se dão conta - e eu me dei conta ontem a noite - é que nós somos todas iguais: queremos sempre ter uma companhia que nos valorize, seja hoje ou daqui a dez anos; queremos ter sucesso - seja como dançarina ou empresária ou dona de casa; queremos encontrar um príncipe (ou ao menos pensar que o encontramos); queremos nos sentir livres e ao mesmo o suficientemente presas a algo que valha a pena; queremos que reconheçam nossas habilidades e que não dêem um pingo de atenção aos nossos defeitos, e por aí vai.

O que nós buscamos, mesmo, de verdade, é alguém que acredite que nós somos diferentes das outras - e que de bônus nos faça acreditar nisso também.

Outro trecho da conversa:

Ele: Olhe, vou falar sério agora: Eu saio por aí, faço minhas coisas, bebo... mas por você eu deixava tudo isso. Eu juro que se você me desse uma chance, por você, tudo o que eu faço hoje eu não faria mais. Todos os meus finais de semana seriam seus, todas as minhas noites.
Eu: :o

Espera. Eu realmente ouvi isso? Alguém me fez mesmo sentir diferente das outras mesmo eu sendo igual a todas elas? Tem uma pessoa que se diz disposta a mudar hábitos por minha causa?
Nunca imaginei ouvir uma coisa desse tipo nem do meu pai.
Nunca imaginei ouvir uma coisa desse tipo de ninguém, pra ser mais exata.

Neurônios trabalhando a mil por hora com essa Tsunami de palavras que ouvi.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A empata foda

Sim, o título deste texto se refere a minha pessoa, o motivo é óbvio: Eu empatei uma foda.
Vamos aos acontecimentos: Na tarde da sexta feira passada estou eu muito calmamente cortando legumes na cozinha, de vez em quando eu olhava em direção à sala e meu irmão me dava umas olhadas estranhas, como que pra ver se eu estava me aproximando. Bem, ele é estranho, nem desconfiei.
Em determinado momento meu irmão - que estava na sala - vai ao banheiro, aproveito este espaço de tempo pra entrar rapidinho na net e olhar o Orkut.
Quando fui abrir o navegador, me deparei com uma janela de MSN aberta e não pude evitar ler a conversa.
Meu irmão, entre muitas outras coisas, conversava com um amigo dele e dizendo que “fulano” (amigo do meu irmão) já estava no quarto dos meus pais com a “nega”, e que até que em fim ele tinha colocado o “fulano” pra “comer”...

Oi??? Eu li direito isso? Tinha mesmo um amigo do meu irmão transando com uma menina no quarto dos meus pais?

Sim, eu li.
Hohohohohohoho - momento Mamãe Noel – Não me fiz de rogada, levantei, fui em direção a porta do quarto dos meus pais e abri, sem nenhuma cerimônia, afinal a casa é minha - e quem tava fodendo eram eles? Muito injusto isso.

Os dementes nem ao menos se deram ao trabalho de fechar a porta com chave (putaqueopariu santa ignorância) e abrir e pegá-los foi fácil. Bem, vamos à parte aparentemente interessante: Sim, eles eram menores; Não, não estavam na “fricção”; Sim, ficaram muito surpresos e em seguida constrangidos com a minha humilde presença diabólica.

A cena: Eles vestidos, ela sentada na ponta da cama, ele sentado atrás dela com as mãos nos ombros dela.

O “trialógo”:

Eu: Oi. =)
Eles: Oi. O.O
Eu: Atrapalho alguma coisa? ò.O
Ela: Não.
Ele: Nada.
Eu: Então o que vocês tão fazendo aqui no quarto dos meus pais? ¬¬’
Ele: Eita, e é?
Eu: É. ¬¬’ E aí, tão fazendo o que aqui?
Ele: Tô fazendo massagem nela.
Eu: Pois podem vazar e ir fazer “massagem” em outro lugar.

Eles saíram do quarto que eu nem vi, mais rápidos do que uma bala, abriram a porta da casa, abriram o portão e se mandaram.

Vamos aos fatos:
1º Se meu irmão queria fazer a casa de motel, que ao menos dispusesse o quarto DELE e não o dos meus pais.

2º Quem lava aquela porra daqueles lençóis sou eu, quer dizer, eu coloco na máquina, mas mesmo assim: Eca.

3º Bom, eles que vão se foder (literalmente) em outro lugar, num sou obrigada a aceitar que meu irmão faça a casa de motel na minha presença.

Acabou essa porcaria.

PS: Os fatos são reais.